
Na semana passada fui assistir a palestra "Crise? Foco em Solução", realizada por Wang Ching, da 4COACH, em parceria com o Brasília Shopping.
Ir as palestras da Wang Ching é sempre uma oportunidade muito especial. Imaginem o quanto é prazeroso aprender com alguém inteligente, dedicada e estudiosa dos assuntos que empreende.
Estar nestas ações de desenvolvimento pessoal, com Wang Ching é sem dúvida algo que estimula a minha capacidade de reflexão e mobilidade.
Escolher escrever e comentar alguns dos aspectos abordados durante a palestra faz meus olhos brilharem.
Aprecio a capacidade da Wang Ching em realizar perguntas (um forte instrumento do coaching). O jeito especial de conduzir os participantes em cursos e palestras. Ela não só faz os olhos brilharem, como também possibilita abrir os olhos dos participantes para o desenvolvimento de um novo olhar.
Brilho nos olhos, é a metáfora ideal para dar continuidade ao texto. A intenção é puxar o fio da conversa sobre o tema tratado na palestra. E a palestrante, com certeza nos leva ao abrir de olhos. Ela é perspicaz. O que facilita aos participantes a conexão com novas possibilidades, e ainda, obter o entendimento do que estamos a fazer, que não nos oferece o resultado esperado.
Estar nestas ações de desenvolvimento pessoal, com Wang Ching é sem dúvida algo que estimula a minha capacidade de reflexão e mobilidade.
Escolher escrever e comentar alguns dos aspectos abordados durante a palestra faz meus olhos brilharem.
Aprecio a capacidade da Wang Ching em realizar perguntas (um forte instrumento do coaching). O jeito especial de conduzir os participantes em cursos e palestras. Ela não só faz os olhos brilharem, como também possibilita abrir os olhos dos participantes para o desenvolvimento de um novo olhar.
Brilho nos olhos, é a metáfora ideal para dar continuidade ao texto. A intenção é puxar o fio da conversa sobre o tema tratado na palestra. E a palestrante, com certeza nos leva ao abrir de olhos. Ela é perspicaz. O que facilita aos participantes a conexão com novas possibilidades, e ainda, obter o entendimento do que estamos a fazer, que não nos oferece o resultado esperado.
Em palestras deste nível é bom levar consigo um bloco de notas, pois sempre haverá algo importante para ser anotado. E estar atento é a melhor opção se você quiser colher os detalhes aguçados e rápidos da exposição.
Se tem uma coisa na vida que eu amo é aprender. É um grande valor para mim. O meu relato será a ponte que levará à conexão com os aprendizados ocorridos durante a palestra. Creio que compartilhar informações e reflexões com o público do meu blog é novamente aprender. Que tal? Vamos juntos a este lugar?
A apresentação se inicia. Wang Ching suscita aspectos relacionados ao cenário atual, no Brasil. E observa o que vem sendo exposto em relação as reações e comentários disponíveis na mídia e os efeitos da crise nas pessoas.
A palestrante demonstra a sua capacidade de fazer perguntas. Uma maneira inteligente utilizada para interagir com o público. Neste sentido, é disponível para a escuta, com abertura para que as pessoas possam manifestar pensamentos, opiniões e sentimentos, em relação as suas provocações.
A forma como empreende a sua arte é encantadora. Rege o contexto, e oferece intensidade à abordagem, ao mencionar na sequência "que tudo o que focamos expande. E enquanto o foco for no problema não estaremos preparados para enxergar as possíveis soluções". Em seguida apresenta a pergunta: "O que realmente está no controle de cada um?"
Oferta exemplos ao público. Pede para lembrarem das pessoas difíceis que conhecem, e o impacto desta crença sobre este relacionamento. E pergunta: "Onde colocamos foco e energia? Wang Ching mantém o questionamento, e cita os efeitos da ação e reação. Apresenta os detalhes relacionados à capacidade de mobilização das crenças.
Com a intenção em conduzir à novas reflexões e questionamentos observa: "Ora se a nossa crença é a de que existe uma crise, a ação será neste cenário, o que pode iniciar ou agravar a crise".
E nos diz: Aonde este ciclo pode nos levar? E pontua ítens decorrentes da perspectiva:
- Insegurança;
- Perda de foco e produtividade;
- Que dos resultados da Empresa e reforço à crença;
- Desencadeia ações defensivas;
- Perda da qualidade e redução da percepção de valor
Após explorar as percepções do público sobre os efeitos do ciclo, promove uma virada na perspectiva da audiência. Complementa ao dizer: "Podemos viver e sofrer com a crise, ou apesar da crise, escolher como viver. Em todas as situações temos escolha. Por algum motivo, esquecemos deste poder de escolha e nos tornamos vítimas da impotência. Em qualquer ambiente, a crise existe quando principalmente há a falta de confiança. E a falta de confiança que afeta o mundo externo começa em nós. E desta forma não confiamos que existam soluções. Reduzimos esta busca, e até desistimos de tentar. E nos conformamos em esperar. Esperar pelo que? E até quando?
De repente, nos surpreende e diz: O que acontecerá se nadarmos contra a corrente? Se fizermos parte daquele grupo de pessoas que não costumam comprar a existência da crise?
Continua a provocar reflexões ao mencionar que embora saibamos que a crise exista para muitos, sabemos que não é para todos. Apresenta exemplos de oportunidades existentes, em meio ao cenário atual, e avança com novos questionamentos.
Que tipo de pessoas as empresas que não apostam na crise, querem com elas? E mais, "O que fazemos, que se fizermos fará toda a diferença? Que oportunidades não estão sendo exploradas? Qual o tamanho do mercado que você precisa? Que novas necessidades o mercado apresenta hoje? Que outras pessoas não vêem o que você vê? E que ao enxergar lhe dá condições de sair na frente?
Utiliza a metáfora do peixe que nada contra a corrente num cenário em que muitos nadam para o mesmo sentido, conforme a crença da crise E complementa: Quantos peixes pequenos podem se juntar para se constituir em força conjunta se você nadar contra a corrente?
Dá continuidade ao assunto e novamente pergunta: "O que você encontra de diferente ao nadar contra a corrente? E se concentrar em sua área de expertise? Já listou os recursos sub-utilizados e ociosos? E se eliminasse o que não agrega valor para abrir fôlego para investimentos? Menciona a necessidade de observar o movimento do seu mercado em busca de identificar novas necessidades.
Em que você destina o foco de tempo e recursos? Com isto Wang Ching propõe antídotos interessantes para afrontar o cenário, ao tempo em que considera a importância de:
- Ouvir o cliente e identificar novas necessidades;
- Aprender continuamente;
- Promover a desconcentração da carteira de clientes;
- Fazer uso da criatividade;
- Investir em qualidade do produto e do atendimento;
- Negociar;
- Diversificar oferta de produtos e serviços.;
- Destinar tempo para clientes de maior relevância;
- Considerar o que é vital no seu papel com o cliente;
- Entrar em projetos diferentes para fazer escolhas;
- Fazer escolhas conscientes.
E com estas dicas, entremeadas pelas perguntas, que nos levam a reflexões e a novas descobertas, Wang Ching caminha para o final da sua palestra com a indicação de dois livros interessantes: O essencialismo de Greg Mckown e QI de Persuasão de Kurt. W. Wortenten.
Posso dizer com alegria que é uma honra ser parceira da 4COACH!
www.4coach.com.br


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